Sentir, todos sempre sentimos muito, sentimos pouco; nem muito, nem pouco, o suficiente já basta. Na verdade, somente o sentimento de auto-piedade, auto-preservação, de auto-suficiência. Sempre “auto”. O despretensioso “auto” soa mais como condenação que como atração, encerra nossa definitiva sentença, a melhor e a pior de todas as companhias, a solidão.
Sempre procurei, mas não me foi permitido alcançar (talvez esteja procurado nos lugares errados, ou ainda não seja capaz de compreender o que está escancarado em todas as esquinas). O velho e cansado questionamento acerca do sentido. Não encontrei. O mais próximo que cheguei de algum sentido foi o amor, o redentor entre todos os sentimentos. Pode ser. Torço para que sim.Tem que ser.
(...)
Tenho medo das causas secretas.
Nenhum comentário:
Postar um comentário