Diáfano manto de poeira celeste
Que não encobres nem escondes
Mas emprestas à lua um ar
De mistério e sensualidade
Claro brilho encantador!
Fazes devanear os enamorados
E enamoras os solitários
Oh, não! Nuvem ingrata!
Não me prives do frio calor
Meia lua inteira
Não esta noite!
Deixe-me cantar
Uma última serenata
E dormir em paz
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